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Comitê de Investimentos:


Bianca Accetta

Bianca Accetta é sócia, gestora e diretora da Pacifico Administração de Recursos (PADM). Ingressou no Opportunity Asset Management em agosto de 1998, onde atuou como gerente comercial tendo posteriormente também trabalhado como gerente comercial da Arsenal Investimenos. Posteriormente, Bianca foi diretora da Serficom Family Office. Juntou-se à Pacifico Administração de Recursos em outubro de 2014. Formada em Administração pela PUC-Rio possui MBA pela Fordham University e pelo Instituto Brasileiro de Mercados e Capitais (IBMEC). É certificada como profissional de comercialização e distribuição de produtos de investimento pelo CPA-20 da ANBIMA.


Marcelo Lino, CFA

Marcelo é analista de carteiras e risco da Pacifico Administração de Recursos (PADM). Possui 6 anos de experiência em back-office e middle-office, especificamente nas áreas de Wealth Management e Private Equity. Desempenhou essas funções no BNY Mellon, Banco BBM e Gávea Investimentos. Juntou-se à Pacifico Administração de Recursos em Junho de 2016. É formado em Economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, cursou mestrado em Economia com ênfase em risco e análise financeira, na Universidade de Le Mans, França e obteve a certificação de Chartered Financial Analyst® (CFA).


Carlos Eduardo Ramos

Carlos Eduardo é gestor de investimentos em ações e responsável por todas as carteiras de renda variável da Pacifico Gestão de Recursos. Iniciou sua carreira em 1985 no grupo Schahin Cury e, a partir de 1989, foi sócio-diretor executivo do Banco Graphus. Ingressou em 1995 no Opportunity Asset Management como Diretor de Gestão. Em 2001 fundou a ARX Capital Management, onde foi responsável por toda a área de Gestão de Recursos. Foi chief investment officer (CIO) da BNY Mellon ARX, tendo se desligado em 2011 para se juntar à Pacifico Gestão de Recursos.


Daniel Corrêa Vairo

Daniel é gestor de investimentos em moedas na Pacifico Gestão de Recursos. Iniciou sua carreira no Opportunity Asset Management em 1998 e trabalhou como analista de risco durante um ano. Foi analista macroeconômico e tornou-se gestor em 2000, tendo trabalhado desde então como gestor especialista nos mercados de câmbio para todos os portfólios da casa, com foco em carteiras multimercado. De 2005 a 2007 foi o responsável pelo Programa de Estágio do Opportunity. Desligou-se em fevereiro de 2011 para criar a Pacifico Gestão de Recursos. Possui formação em Economia pela PUC-Rio.


Eduardo de Carvalho Moreira

Eduardo é gestor de investimentos em renda fixa na Pacifico Gestão de Recursos. Ingressou no Opportunity Asset Management em 1999 como analista de risco. Tornou-se analista macroeconômico no ano seguinte e passou à gestão em 2002, tendo trabalhado desde então como gestor especialista nos mercados de renda fixa para todos os portfólios da casa, com foco em carteiras multimercado. De 2007 a 2011 foi o responsável pelo Programa de Estágio do Opportunity. Desligou-se em fevereiro de 2011 para criar a Pacifico Gestão de Recursos. É formado em Economia pela PUC-Rio.


A Pacifico Gestão de Recursos Ltda não comercializa nem distribui cotas de fundos de investimento ou qualquer outro ativo financeiro. As informações contidas nesse material são de caráter exclusivamente informativo. Fundos de investimento não contam com a garantia do administrador, do gestor da carteira, de qualquer mecanismo de seguro ou, ainda, do fundo garantidor de créditos – FGC. A rentabilidade passada não representa garantia de rentabilidade futura. Para avaliação da performance dos fundos de investimento, é recomendável uma análise de períodos de, no mínimo, 12 (doze) meses. Ao investidor é recomendada a leitura cuidadosa do prospecto e do regulamento dos fundos de investimento ao aplicar seus recursos. Estes fundos utilizam estratégias com derivativos como parte integrante de sua política de investimento; tais estratégias, da forma como são adotadas, podem resultar em significativas perdas patrimoniais para seus cotistas, podendo inclusive acarretar perdas superiores ao capital aplicado e a conseqüente obrigação do cotista de aportar recursos adicionais para cobrir o prejuízo dos fundos.
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